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14 JUN 2017
14 de Junho de 2017

Kay Warren, esposa do pastor Rick Warren, com quem ela co-fundou a Igreja Saddleback, na Califórnia, revelou fatos sobre a dor e a luta de seu casamento, descrevendo em profundidade a crise do “inferno conjugal” que eles viveram.

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Warren descreve os começos sérios e o “momento exato” em que seu casamento acabou se tornando um trecho de seu novo livro ‘Sacred Privilege’ (‘Privilégio Sagrado’), como noticiado no ‘Christianity Today’.

O pastor Rick e sua esposa Kay se casaram aos 20 anos de idade, em 1973. Kay afirmou que mesmo nos momentos de maior dificuldade em seu casamento, tentou se lembrar de como era amada por seu marido.

“Enquanto eu caminhava pelo corredor e olhava para os olhos brilhantes do jovem sincero, amável que me pedira para me casar com ele, eu sabia que eu seria muito amada. A maneira como ele olhou para mim no dia da nossa cerimônia de casamento se tornou uma âncora na qual eu me manteria firme durante os momentos mais sombrios, quando não tivesse certeza de que íamos sobreviver à bagunça que nosso casamento havia se tornado”, destacou.

Banner-Youtube-top.pngEla acrescentou: “Nosso ainda tão jovem casamento em um instante parecia cair como um avião descontrolado. Nós não chegamos até o fim da nossa lua de mel de duas semanas na Columbia Britânica antes de sabermos que nosso relacionamento estava com sérios problemas. Tínhamos sido avisados ??sobre cinco áreas de conflito potencial que todos os casais têm de lidar, e imediatamente nos deparamos com cinco: sexo, comunicação, dinheiro, filhos e sogros”.

Kay contou que as discussões começaram a se acumular e gerar ressentimentos entre eles.

“Nós éramos tão jovens – menos de 21 anos – e inexperientes, e quando o sexo não dava certo, discutíamos sobre sexo, e depois discutíamos sobre as nossas discussões e começamos a acumular ressentimento sobre ressentimento. Era uma configuração perfeita para a miséria e o desencanto no casamento”, revelou.

Ela observa que a dor que experimentaram foi exacerbada pelo fato de que eles eram vistos por muitos como “o casal perfeito” e, portanto, compartilhar suas dificuldades com outras pessoas era difícil.

Kay também descreve como os abusos sexuais que sofreu na infância e seu vício pela pornografia prejudicaram sua sexualidade e intimidade com seu marido.

Ela disse que o divórcio não era considerado uma opção, mas mesmo assim os problemas permaneceram.

“Nós simplesmente não sabíamos o que fazer ou como desenvolver um casamento saudável em meio aos conflitos, desapontamentos, impotência e ressentimento”, confessou

No entanto, ela acrescentou que com o tempo, o casal experimentou a “cura” de seu casamento, enquanto buscavam aconselhamento e clamaram a Deus para que Ele trabalhasse em seu relacionamento.

“Deus usou nos uniu em nossas lutas, usou nossos fracassos no casamento para nos aproximar Dele e um do outro”, afirmou.

Rick e Kay Warren sofreram com uma tragédia amplamente divulgada em 2013, quando seu filho mais novo, Matthew, cometeu suicídio, depois de anos lutando contra distúrbios psíquicos.

Kay escreveu: “Eu sei o que é ter opiniões muito opostas sobre como lidar com uma criança mentalmente enferma; O medo, a ansiedade e o pânico ameaçam engolir as possibilidades de se levar uma vida normal, que são consumidas para suprir as necessidades de um membro da família”.

“Eu sei o que é ter uma grande ferida aberta por um sofrimento catastrófico e compartilhá-la com seu cônjuge quando você é tão diferente, para descobrir como lutar juntos quando seu filho mentalmente doente tira a próproia vida de maneira violenta e sua dor se torna pública porque você está no ministério e sua casa de vidro se torna uma das manchetes na CNN”, acrescentou.

Além de compartilhar sobre suas duras lutas no casamento, o novo livro de Kay oferece conselhos para aquelas mulheres que vivem a experiência complexa de ser esposa de um pastor.

Ela escreve sobre o seu casamento acabou se tornando duradouro: “Vencemos as chances de que o divórcio seja o resultado da nossa união mal sucedida. Venci o meu câncer de mama e melanoma. Sobrevivemos à doença mental e ao suicídio de nosso filho, Matthew. E agora sabemos. Sabemos que somos o melhor presente um para o outro”.

“Eu amo o homem que Deus trouxe para minha vida há tantos anos. Cada um de nós não é quem o outro estava procurando, mas cada um de nós é quem o outro precisava desesperadamente para se tornar a pessoa que todos somos hoje”, finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

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